[18-Nov-2017 06:18:08 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/woocommerce.php on line 19 [18-Nov-2017 10:02:05 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/jwplayer.php on line 7 [18-Nov-2017 12:33:39 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/woocommerce.php on line 19 [18-Nov-2017 14:55:50 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/acf.php on line 8 [18-Nov-2017 14:57:50 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/gravity_forms.php on line 8 [18-Nov-2017 14:58:53 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/revslider.php on line 7 [18-Nov-2017 16:54:07 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/ninja_forms.php on line 8 [18-Nov-2017 18:09:56 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/layerslider.php on line 7 [18-Nov-2017 23:45:41 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/mqtranslate.php on line 7 [20-Nov-2017 16:18:00 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/ninja_forms.php on line 8 [21-Nov-2017 13:15:57 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vendors/qtranslate.php on line 7 [18-Nov-2017 20:41:27 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_filter() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vc-pages/automapper.php on line 21 [18-Nov-2017 23:43:52 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vc-pages/settings-tabs.php on line 27 [18-Nov-2017 23:46:37 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vc-pages/pages.php on line 54 [18-Nov-2017 23:47:41 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vc-pages/page-design-options.php on line 8 [21-Nov-2017 08:12:49 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vc-pages/welcome-screen.php on line 46 [21-Nov-2017 17:03:18 America/New_York] PHP Fatal error: Call to undefined function add_action() in /home/vertexdigitalcom/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/autoload/vc-pages/welcome-screen.php on line 46 Realidade virtual e a revolução do 3D na arquitetura - Vertex Digital

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Realidade virtual e a revolução do 3D na arquitetura


No início de 2016, surgiu a oportunidade de desenvolvermos um projeto voltado para a interatividade do usuário dentro de um cenário 3D, a chamada realidade virtual. Não seria em 360º propriamente dito. Vale lembrar que ele é uma ferramenta de visualização criada no início dos anos 2000. Mas por que somente nestes últimos anos este recurso está sendo mais utilizado agora? Isso é devido às novas tecnologias de divulgação, como os óculos de realidade virtual e principalmente, a difusão do 360º nas redes sociais. Hoje é muito fácil publicar e compartilhar o panorama do cenário no Facebook e ser visualizado pelos internautas em celulares. Antigamente, o trabalho ficava entre o estúdio de 3D e o cliente, na qual a visualização era restrita no computador utilizando o Quicktime, por exemplo. Numa visualização deste tipo, o observador fica numa posição estática e gira em 360º dentro do ambiente. Vem daí o nome da ferramenta.

Quinze anos depois, a realidade virtual está em um outro patamar. Já é possível proporcionar ao usuário uma interatividade nunca antes vista na área da arquitetura. Para os gamers, este tipo de interatividade é muito comum, no entanto, a mesma tecnologia de desenvolvimento dos games está sendo utilizada também pelos designers 3D voltados para a arquitetura. Fora do Brasil, há algum tempo, existem projetos arquitetônicos desenvolvidos em realidade virtual e de excelente qualidade. Por aqui, estamos no início ainda. Numa maquete interativa, o observador anda pelo cenário e interage com objetos e sons. Após um ano de desenvolvimento e de testes, pudemos observar que o workflow (fluxo de trabalho) de um cenário em realidade virtual é complexo. Primeiro, é necessário ter o domínio de um software de criação de uma maquete eletrônica, como o 3ds max. Depois, a maquete é levada para outro software, nesse caso, uma engine (motor gráfico) como o Unreal Engine. Gears of War e Mass Effect foram desenvolvidos usando a Unreal Engine. Nela é feito o trabalho de texturização, iluminação e renderização. Existem games onde a empresa desenvolvedora produz a própria engine que é o caso de jogos como Crysis, Tomb Raider e Resident Evil 7 para ter um controle total na produção do game. Interessante notar que na franquia Resident Evil, a Capcom deixou de lado a visão em 3ª pessoa que sempre foi uma das marcas registradas para investir na visão em 1ª pessoa e desenvolveu o jogo mais recente também para Playstation VR, levando o gênero survival horror para a realidade virtual, com o objetivo de garantir um outro nível de experiência para os gamers.

“Já é possível proporcionar ao usuário uma interatividade nunca antes vista na área da arquitetura.”

Voltando à maquete 3D, dentro do motor gráfico após o processo de texturização, iluminação e renderização, entra a programação. A linguagem mais utilizada em games é o C++ e conhecida dos profissionais da área de TI e na Unreal Engine não podia ser diferente. O designer 3D pode optar em trabalhar com blueprints mas é necessário que ele tenha noções de lógica de programação para que as funcionalidades de interatividade possam ser implementadas com sucesso. Na parte final, é criado um arquivo executável (.exe) pronto para rodar no computador e nele podemos acoplar o Oculus Rift para uma fantástica experiência de imersão total. Testamos também em dispositivos móveis e reparamos que existe uma limitação nos smartphones e tablets no que se refere à GPU (processamento gráfico). Os resultados foram aquém dos obtidos nos PCs. Já vimos testes feitos rodando maquete interativa usando o Amazon AppStream, no qual, um aplicativo para Windows roda em dispositivos móveis. Porém, a interatividade é diferente. É como se estivéssemos navegando pelo Google Street View quando o observador se desloca dentro do cenário. Para rodar em Android por exemplo, onde baseamos nossos testes em plataformas mobile, seria necessário primeiro criar o aplicativo (.apk) e ainda refazer toda a maquete 3D para que seja compatível com a experiência em VR (virtual reality) no Samsung Gear. Quem sabe no futuro, com o aprimoramento dos recursos gráficos em plataformas mobile, o abismo entre PCs e dispositivos móveis não seja tão grande.

Enfim, nós da Vertex Digital, estamos bem animados com os resultados que temos obtido até agora. Acreditamos que avançaremos cada vez mais, unindo a nossa expertise em maquetes eletrônicas com a inovação da realidade virtual e levar esta incrível experiência para os usuários de tecnologia ávidos por novidades e transformar a maneira como olhamos o 3D de projetos arquitetônicos, até então, com imagens estáticas. Nunca é demais lembrar também que até um tempo atrás, as perspectivas eram desenhadas à mão. O problema era na hora de alterar alguma coisa no desenho. O que não é nada legal. E desde então, as perspectivas de arquitetura estão em constante evolução. Até a próxima!


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